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Na internet você esta sujeito a encontrar inúmeros tipos de textos devido à liberdade de expressão que nela possui. Mas o texto jornalístico online precisa ser curto devido ao contexto de que a leitura através da tela torna-se mais cansativa, é a maneira de prender o leitor por um determinado momento, mesmo que esse tempo não dure muito. Alguns jornais tentam colocar em um mesmo padrão do impresso, podemos perceber na abertura do site, como do diário, por exemplo, existe aquela manchete “gritante” com o mesmo designe do impresso, cores e formatos, até as opções nas laterais que vão direto aos cadernos (polícia, cultura, etc) a diferença é que na internet a pessoa pode ter acesso a uma informação mais detalhada, pois em um simples “clique” pode recorrer à outra tela e ver mais exemplos relacionados ao assunto em questão.

Nielsen diz que 79% das pessoas não lêem textos completos na web, ao invés disso folheiam as páginas procurando por palavras-chaves ou escaneiam, por isso é necessário que dentro de um texto online tenha hiperlinks que além de ser um diferencial do jornalismo online facilita muito o entendimento do leitor levando ele a ter uma leitura mais profunda de um determinado assunto “reduza o texto sem sacrificar a profundidade do conteúdo, dividindo a informação em múltiplos pontos conectados por links de hiper textos” ele afirma.

Existem diferente níveis de pirâmide invertida para a construção do texto na web.

Primeiro Nível: expor e desenvolver o primeiro assunto ou anunciar ou antecipar todos os sucessivos. É a jogada da pirâmide invertida que leva primeiramente ao fato mais importante ao menos importante. O capitulo 3, item 3.3 do livro mostra o primeiro nível, que recorre aos fatos serem publicados em ordens decrescentes de informação promovendo então uma leitura linear.

Segundo Nível: já o capitulo 3, item 3.4 mostra o segundo nível, onde a leitura já não ‘e mais linear e passa a ter em vários parágrafos pequenas pirâmides invertidas dentro de uma grande pirâmide invertida.

Esse nível possui duas possibilidades para utilização de intertítulos:

1-     Como entidade externa a pirâmide invertida, como parte da pirâmide invertida.

2-      O texto pode ser fragmentado, ou seja, cada intertítulo pode se converter em uma pagina diferente. Apos uma introdução os links levariam a cada uma delas

Terceiro Nível: O usuário constrói a sua própria rotina de navegação, e constrói a sua própria pirâmide invertida. Esse é o estágio 3. Onde o autor coloca hiperlinks relacionados ao assunto em questão em diferentes lugares da página, os links não se interligam entre si mas no assunto principal que leva o leitor a uma pesquisa ainda mais clara e concisa.

A pirâmide invertida horizontal: Ordem de importância em que os elementos são colocados no título ou no parágrafo. No sentindo de que as noticias mais importantes ficariam ao lado esquerdo e a menos importante para o lado direito.

Os estratos mais profundos da informação podem ou não estar obedecendo as regras da pirâmide invertida, essa situação depende muito do autor/editor. Depende muito também do tamanho da informação, a pagina 64, explica que não faz sentido dividir um texto pequeno, de acordo com a intensidade da informação é que o autor vai decidir a que lado percorrer. Mas uma coisa é certa, o texto não pode ser muito longo, é uma das regras básicas para o texto de web.

Na terca feira, 10, o professor Pedro Loureiro acompanhado da docente Nelia Rufem reuniu seus alunos das turmas da manha e da noite do sexto semestre de jornalismo para um debate com Rita Soares, jornalista-blogueira, na Estácio Fap. O motivo do evento seria interagir os alunos dos dois turnos para a troca de experiências com a visitante, que contou desde o seu primeiro período de trabalho em O liberal ate a sua estadia no Diário do Para onde trabalha atualmente.

Rita sempre teve uma paixão por blogs e principalmente assuntos políticos, quando fez o site ela mandava a ver nos posts, colocando sua opinião e fatos de interesse público. Certa vez recebeu um convite pra ser assessora de um senador em Brasília e aceitando acabou indo embora. Então fechou o blog por medo que algo a prejudicasse.

Estando em Belém começou a fazer duas faculdades, jornalismo e psicologia, e ao iniciar a carreira em O liberal passou a escrever no caderno “mulher” com o objetivo de  interligar os seus dois cursos. Já no Diário do Pará ela reabriu o blog e finalmente se firmou nas publicações sobre política, onde ficou conhecida no blog da repórter.

Ela diz que trabalhar nesse ramo é preciso que se tenha muita cautela para não criar inimizades, apesar de que a profissão de jornalismo em si já é propensa a esse tipo de situação. Porém todo cuidado é pouco “jamais aceito presentes de autoridades, prefeitos, deputados e senadores porque se um dia tiver que falar sobre algum deles não pensarei duas vezes. Prezo muito pela ética e publico todos os fatos verdadeiros” ela ressalta.

Os alunos ficaram tão interessados no debate que encheram a blogueira de perguntas, e a repercursão foi das melhores. Muitas delas estiveram relacionadas ao fato do interesse de Rita pela política e duvidas sobre como ela redige matérias para o jornal e para o blog. Nesse caso explicou que existe uma diferenciação devido as regras em jornalismo “os blogs possuem uma liberdade de expressão maior devido ser pessoal, quando se trabalha na redação agente precisa obedecer todos os critérios da objetvidade, imparcialidade, pirâmide invertida, lead etc. Enquanto nele eu já passo a ser mais subjetiva alem de receber comentários sobre os temas, há uma interatividade entre eu e o leitor” explica Rita.

Os comentários feitos no blog da repórter são selecionados. Ela diz que recebe 200 ou mais todos os dias mas que geralmente publica 100 dependendo de como são feitos. Não aceita em caixa alta porque afirma ser uma falta de respeito, não pode haver comentários grosseiros, nem links ou publicações  feitos por outros sites. A única maneira que ainda permite são os anonimatos, ela preza pela liberdade de expressão e aceita  comentários sem assinaturas, só não pode ultrapassar os limites.

Antes da invenção do World Wide Web (WWW ou Web), a internet ja existia para divulgar informações a um público específico utilizando os métodos (emails, boletins disponibilizados através do Gopher1 ou de recursos semelhantes). O jornalismo na Web passa a existir somente no início dos anos 90.

Desde essa época o jornalismo na internet tem recebido vários nomes para caracterizá-lo. Como: Ciberjornalismo, Jornalismo eletrônico, Jornalismo online, jornalismo digital, jornalismo hipertextual etc. Porém devidos as técnicas de edição do jornalismo o da internet ficou marcado como webjornalismo. As técnicas servem para diferenciar a linguagem no jornal para as áreas específicas do impresso, do rádio, da web e da Tv, portanto é preciso que haja uma regra para cada um deles.

Ao longo desta década podem-se observar três tipos de mudanças na web jornalismo. No primeiro momento ele apresentava uma transposição para a internet de uma ou duas das principais matérias de algumas editorias e o material era então atualizado a cada 24 horas de acordo com o fechamento das edições. Na segunda fase ele ainda era uma cópia do jornal impresso, mas com algumas modificações como: surgimento de links com chamadas para notícias de fatos que acontecem no período das edições; o email que passa a ser uma forma de interação entre jornalista e leitor através de fórum de debates e surgimento de hipertexto. Já estava acontecendo então o modelo fixo do jornalismo na internet. O terceiro momento foi o surgimento das imagens e sons que por fim se estabilizou a imagem do webjornalismo.

Características

Bardoel e Deuze (2000), apontam quatro elementos: interatividade, customização de conteúdo, hipertextualidade e multimidialidade. Palacios (1999), com a mesma preocupação, estabelece cinco características: multimidialidade/convergência, interatividade, hipertextualidade, personalização e memória. Essas características não são exatas, ou seja, por mais que tenha potêncial ainda há uma discursão de aceitação pelo público. Não é todo mundo que acessa a internet ou pelo menos sabe mexer na mesma, alguns se acostumam com os hiperlinks e hipertextos outros não, ele não é tão eficaz quanto deveria, ainda está e fase de experimento.

Interatividade (fala sobre o debate e as pessoas podem também comentar o assunto em questão).

A idéia de Bardoel e Deuze (2000) é fazer com que haja uma interação do leitor com o jornalista através de contatos de emails, através de disponibilização da opinião de leitores como é feito em sites que abrigam fóruns de discussões; através de chats com jornalistas e a presença de hipertextos para deixar o publico mais envolvido nos assuntos divulgados.

Customização do conteúdo/personalização ( Neste site o leitor pode escolher sobre o que quer ler, ciência, economia, esporte, celebridades).

 Existencia de produtos jornalísticos configurados de acordo com os interesses individuais do usuario. Sites especializados como o da CNN que permite a pré-seleção dos assuntos de interesses, assim quando o site é acessado, este já é carregado na máquina do usuário atendendo à demanda solicitada.

Hipertextualidade (durante a matéria pode-se observar os links que estão na cor amarela que leva à outros textos para melhor entendimento do assunto)

Interconecta textos através de links, apartir do texto noticioso aponta para outros textos originais de releases, aqueles que possam levantar os “prós” e os “contras” do assunto em questão.

Multimidialidade/convergência (a pessoa pode acessar o site e ver uma  notícia que perdeu).

 Tratam-se da convergência dos formatos das mídias tradicionais (imagem, texto e som) na narração do fato jornalístico.

Memória (Sobre a copa do mundo neste site o leitor pode  ter a possibilidade de rever as matérias antigas que sairam na época).

A disponibilização imediata de informações anteriores é mais rápida no webjornalismo. Desta forma surge a possibilidade de acessar com maior facilidade material antigo.

Implicações

Há uma discursão pertinente na abordagem dessas características pelo fato de não saber se elas já existiam aos modos do jornal impresso, da tv e do rádio ou se é uma novidade apenas do jornalismo de web. Então surge a pergunta: O webjornalismo vai levar-nos a reformular algumas questões teóricas? Quais seriam estas questões? Começando que na web as informações surgem muito mais rápidas do que nos outros meios de comunicação do jornal. As notícias saem na hora, se vier com algum erro pode-se concertar depois fazendo uma atualização, os textos são menores, mais diretos, alem do que o leitor pode retornar a textos antigos e procurar significados nos hiperlinks e mais informações para entender uma determinada notícia. Esta realização recebe as características memória e Hipertextualidade. Com relação à possibilidade de noticiar em tempo real e sempre online, surge a seguinte indagação: até que ponto esta outra situação não interferirá no conceito de atualidade que se tem com relação ao jornalismo? As pessoas estão acostumadas com uma periodizaçao no que se refere à recpção das notícias, então no caso da web pela rapidez já não é preciso esperar mais pelo jornal da manhã no impresso ou o noticiário da noite visto que as noticias na internet são feitas em um tempo médio de quatro minutos. Isso pode prejudicar as outras áreas do jornalismo.

Contudo ele tende a ser um metódo de avaliação muito eficaz, porém  ainda nao é concreto em total aceitação, existem perguntas que deixam duvidas sobre o trabalho dos agentes. Aquelas que com certeza somam para a melhoria do conteúdo jornalístico. Mais acima de tudo o webjornalismo está cada vez maior para a projeção das notícias, visto que hoje em dia você acessa a internet por um celular por exemplo, não precisando mais chegar em casa para ver o computador ou esperar o amanhã para ver a edição do impresso.

Na terca-feira, 21 de setembro, ocorreu o primeiro encontro “ dialogando sobre o ECA com a imprensa” no auditório do ministério público (MP) do estado do Pará. O evento que foi realizado no período da manhã e da tarde pode contar com a presença de vários estudantes e jornalistas para um debate sobre o “Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente”.

A organização foi feita pelo Centro de Estudo e Aperfeiçoamento Funcional do Ministério Publico (CEAF), apoio Unama, Cedeca-Emaus e UNICEF. O objetivo era informar aos participantes sobre as leis que são implantadas para a criança e o adolescente no Brasil e no mundo e mostrar como os promotores de justiça e a mídia abordam este tema. Esclarecer os processos jurídicos, as imagens impróprias e os termos usados pela imprensa.

Carlos Eugênio Salgado dos Santos (promotor de justiça da infância e da juventude) deu início a palestra falando sobre o que seria um sistema de garantia de direitos, ele explica que a declaração universal dos direitos da criança e do adolescente adotada pela ONU, em 1959, inaugura uma nova forma de pensar sobre eles. Antigamente o jovem era responsabilidade do estado somente se estivesse em situação irregular. Hoje ele passa a ser sujeito de direito igualmente aos adultos “ainda vemos os jovens como um meio de manipulação, como algo que podemos manusear, mais a responsabilidade quanto a eles passou a ser solidaria ( pai, mãe, estado etc ) é dever de todos assegurar que a criança tenha como absoluta prioridade o direito a vida, a saúde, a educação, a alimentação, ao lazer, a profissionalização, a cultura, a dignidade, a liberdade, o respeito e a convivência familiar” conclui ele.

Vânia Maria Torres Costas (jornalista e professora da universidade federal do Para) da ênfase a como esse tema pode ser abordado pela mídia. Em se tratando do assunto infanto-juvenil o que mais aparece nos cadernos de redação são os termos perjorativos como “ O menor”, “Moleque”, “pivete” (…) ela afirma que palavras como estas tem sentido duplo quanto a um jovem e uma criança, e em sua concepção não devemos pensar dessa forma na hora de escrever um texto sobre eles “ todo mundo merece o devido respeito perante todas as coisas, termos como “O menor” desqualifica um adolescente, da o sentido de ser baixo e incapaz“

O debate do evento tanto da manhã quanto da tarde foi mediado pela coordenadora das promotorias de justiça da infância e da juventude Yoná silva de Souza. Ao final do discurso ela deu voz a promotora de justiça Leane Barros Fiuza de Melo para a seguinte conclusão “Não é correto darmos ao jovem infrator uma punição cruel como prender e/ou bater. O certo é  educar, mostrar as coisas boas da vida, ou seja, ensinar para que ele cresça sabendo o que é ser um humano de verdade. Se agirmos com agressividade ele torna-se um jovem mais cruel ainda” justifica a promotora.

. Organizacao Centro de Estudo e Aperfeiçoamento Funcional do Ministério Publico (CEAF), apoio Unama, Cedeca-Emaus e UNICEF

. Debates ( yona Souza, Carlos Eugenio, Vania Torres e Leane Barros)

A insônia não é definida pela quantidade de horas que uma pessoa dorme ou quanto tempo leva para cair no sono, ela se caracteriza pela falta do sono ou pela dificuldade prolongada de dormir por vários dias. A principal causa é a preocupação com alguma coisa, com uma doença, na relação em casa com o marido ou com os filhos ou perda de um ente querido. Esse tipo de exemplo caracteriza a insônia como curta, esta podendo levar de 2 a 3 semanas para cicatrizar, são os chamados “estresses graves”. Mais existem aquelas de longa duração, que podem levar meses ou anos para cicatrizar e nesse caso o paciente é destinado a tomar remédios controlados.

Provavelmente não existe alguém que nunca tenha tido insônia na vida. E a conseqüência disso seria o cansaço, o estresse, a irritação, a fadiga diminuição de reflexos, perda de energia etc. O problema é saber até que ponto ela é normal na vida do ser humano.

As Insônias que caracterizam uma causa não-médica são aquelas:

  • Onde a pessoa não consegue dormir por causa do barulho;
  • Claridade;
  • Colchão e travesseiros ruins;
  • Parceiros agitados, que roncam, que tenham pernas intranqüilas ou movimentos periódicos de membros;
  • Calor;
  • Posição inadequada na hora de dormir;

 

Insônias que caracterizam as causas médicas:

  • Depressão;
  • Ansiedade;
  • Doenças do Sistema respiratório; exemplo apnéia do sono e asma;
  • Stresse Crônico;
  • Doenças Cardíacas;

 

Causas comportamentais

  • Trabalho em turnos
  • Momentos de vida estressante
  • Preocupações;
  • Dormir muito durante o dia;
  • Horários irregulares para dormir;
  • Fumar no quarto;
  • Cafeína e demais estimulantes consumidos muito tarde.

ObS:Havendo as causas não médicas acima, o tratamento começa por elas.

O que é um Blog?

Blog é um meio informativo onde as pessoas podem se comunicar repassando mensagens à seus amigos, parentes e até desconhecidos. Antigamente o blog se dirigia muito a um método mais pessoal, ou seja, onde as pessoas faziam comentários sobre si mesmas postando fotos da semana e escrevendo coisas sobre sua vida. Hoje em dia o ele tem um conceito mais amplo, já encontramos notícias importantes do dia-a-dia de várias imprensas que já possuem os seus próprios blogs para divulgação das informações no jornalismo, qualquer banda que queira divulgar o seu talento, qualquer ator que queria divulgar a sua apresentação da semana podem recorrer ao blog. Lá haverá os releases, as datas de show, os contatos, as notícias, sendo assim um método bem adequado para termos conhecimento sobre qualquer coisa.
Lógico que no caso das notícias fica um pouco difícil acreditarmos em tudo que está escrito nos blogs, justamente porque ele tem livre acesso, qualquer pessoa pode ter um. Nesse caso, corre o risco de conter informações falsas. Mas ao ver geral o ele é um dos melhores métodos que uma pessoa pode recorrer para ter alguma informação.

Ver Site.

A maioria das pessoas tem utilizado os blogs como diários pessoais, porém um blog pode ter qualquer tipo de conteúdo e ser utilizado para diversos fins. Uma das vantagens das ferramentas de blog é permitir que os usuários publiquem seu conteúdo sem a necessidade de saber como são construídas páginas na internet, ou seja, sem conhecimento técnico especializado.

House is a feeling

Curiosidades da Música Eletrônica

Dj David Guetta

É um dj Francês, nascido em Paris, com 14 anos de idade ele já brincava de fazer  mixagens em aparelhos de vinil dentro da sua própria casa, organizando festinhas para os amigos. E foi com 17 anos que ele iniciou a sua carreira como dj profissional quando ele começou a tocar hip-hop e house music nas boates de Paris.